domingo, 15 de março de 2009

PESQUISA, CRIAÇÃO E ESTILO - BUDAPESTE

iannis dimitrousis

Budapeste - Chico Buarque

Budapeste é um romance sobre um ghost-writer sócio da empresa Cunha & Costa na qual é responsável por escrever para outras pessoas, notas, discursos, artigos que, não raro, alcançam sucesso. Contudo, José Costa, prefere o anonimato e se mostra voyeur de si.
Casado com Vanda e pai de Joaquinzinho, só os percebe quando, tão envolto em seus próprios delírios, os perde. Após uma briga com sua esposa e sua substituição por recém-formados que escrevem tal qual ao seu estilo, resolve embarcar para um encontro de autores anônimos em Istambul, Turquia. Na volta, é obrigado, por um desvio do avião, a pernoitar em Budapeste, Hungria.
Quando volta ao Rio de Janeiro se vê apaixonado pelo idioma magiar, o húngaro. Ao voltar a Budapeste conhece Kriska, uma húngara, que se oferece a lhe ensinar o idioma. Zsozé, como é chamado pela professora, torna-se seu amante. Meses mais tarde a abandona para retornar ao seu país.
No Brasil, vê um livro de sua autoria fazendo estrondoso sucesso. O ginógrafo e sua capa mostarda, obra assinada por Kaspar Krabbe, um alemão e suas aventuras pela Guanabara, povoam as vitrines nas livrarias da cidade. Vanda, sua ainda esposa, se mostra admirada e apaixonada pelo livro e seu autor. José, que se demonstra totalmente confortável com a sua posição de ghost-writer e conservador de um orgulho interno por suas obras, em uma atitude súbita, revela para sua esposa a sua autoria na obra e retorna a Budapeste.
Kriska, magoada, aceita-o de volta apenas para evitar maiores problemas. Morando na dispensa Zsozé se entrega ao húngaro e nega todas as outras línguas. Começa a trabalhar no Clube das belas letras como ajudante geral dos encontros e palestras e aos poucos recupera sua amante húngara. Com o total domínio do idioma magiar começa a prestar serviços como ghost-writer clandestinamente em uma das salas do clube. Ele, que antes só escrevia em prosa, se aventura nos versos poéticos e escreve para Kocsis Ferenc, um poeta decadente, um livro completo de poesias. Ao perguntar a Kriska, se havia gostado do livro, ela revela sentir um assento estrangeiro na obra. Revoltado, briga com a húngara e deixa a casa. Ao chegar em um hotel, descobre coincidentemente que estava sendo esperado para o encontro anual de autores anônimos. No encontro reconhece um Puskas Sandor, o escrivão do Clube das belas letras recitando versos de sua autoria e o provoca só pelo prazer de vê-lo se contorcer em sua cadeira. É denunciado e deportado de volta ao Rio de Janeiro.

Sempre hospedado em um hotel Plaza, passa meses em decadência, sem dinheiro para pagar sequer sua estadia. É confundido com um homossexual e atacada pelo próprio filho, um skinhead, que não o reconhece. Para evitar encontros com o gerente do hotel, decide ficar trancado em seu quarto, comendo restos de outros hóspedes e para evitar o serviço de quarto sequer usa roupas.

Até que o telefone toca e Zsosé recebe uma notícia: é convidado a retornar à Hungria. Ao chegar é recebido por Kriska grávida e um sucesso, sua autobiografia, assinada por ele mas escrita secretamente por Puskas Sandor, é o livro mais bem vendido da Hungria. Fato que, segundo o ghost-writer, nunca ocorreria. Ao ser questionado sobre a obra só repetia: ‘eu não escrevi o livro’. Kriska por sua vez o fazia ler e reler um livro que nem ao menos era de sua autoria. Com o orgulho ferido, Zsosé se acostuma aos poucos com a idéia e se sente, quase sem querer confessar, parte de uma história que não era sua.


Rafaela Peres, Bruna Ruotolo, Tathiana Ferraz, Priscila Mileo

PESQUISA, CRIAÇÃO E ESTILO - LIVRO HAMLET


Hamlet é uma obra de William Shakespeare de gênero dramático,escrita por volta do ano de 1600 marcada por tragédias e pelo desejo de vingança.
Inicialmente o trágico envenenamento do rei Hamlet motiva o retorno de seu filho o príncipe Hamlet à Dinamarca.
Hamlet na tentativa de entender os acontecimentos ocorridos em sua ausência sente a necessidade de fingir-se de louco após a revelação de um espectro (figura de seu pai o rei Hamlet) contando à seu filho que não morrera por uma picada de serpente, versão que foi contada ao palácio e sim que fora envenenado por seu irmão Cláudio.
Cláudio, casa-se com a viúva Gertrudes, Rainha da Dinamarca tornando-se assim o novo Rei da Dinamarca.
O Príncipe Hamlet deseja honrar a vingança pela morte do pai.
A raiva, o ódio desnorteiam Hamlet, todos acreditam que ele está louco, Polônio pai de sua amada Ofélia defende que sua loucura vem do amor e a desejo do Rei planeja um encontro entre Ofélia e Hamlet a fim de confirmar.
Neste encontro, o Príncipe maltrata Ofélia e diz que sua loucura é pelo ódio e pede que espere para ver sua vingança.
Como de costume, chega o grupo de teatro à Dinamarca para encenar para o palácio, Hamlet tem uma idéia, juntamente com os atores, arma um diálogo, correspondente ao crime cometido pelo Rei para que o mesmo se entregue.
Ao inicio da peça e os atos correspondentes ao assassinato, o Rei admite.
Para se defender das acusações o Rei diz que Hamlet esta louco e para não ser morto, o Rei o envia para a Inglaterra.
Porém a obsessão pela vingança faz com que Hamlet volte pra a Dinamarca, e no seu retorno em uma conversa com sua mãe, mata Polônio que esta escondido no local.
Com a morte do pai, a rejeição de Hamlet, Ofélia entristecesse e suicida-se no lago.
Laertes, irmão de Ofélia, deseja vingança contra Hamlet , o Rei propõe uma luta de esgrima e sugere o envenenamento dele, porém no combate a Rainha toma o cálice com o veneno e morre, Hamlet ao descobrir o plano e ver a morte de sua mãe fere o rei.
Laertes e Hamlet se ferem na luta e morrem.
O enredo da obra de William Shakespeare é psicológico, pois está centrado nas emoções do príncipe Hamlet, que por sede de vingança destrói sua vida e perde todos que ama.
O livro é escrito por falas, por ser feito para ser reproduzido nos palcos e é divido em atos para ser encenado.
Michelle Rivelli , Mariane Costa, Renilde, Sthyephane, e Tammy.

PESQUISA, CRIAÇÃO E ESTILO: lIVRO PENELOPE




natalia-brilli


Slobodan Mihajlović: nagrada za najbolju kolekciju








Penelope
Marilyn Kaye

Penepole era uma garota diferente do comum, tinha um nariz de porco de uma velha maldição colocada sobre a família Wilhern. Por este motivo sua mãe não a deixava sair muito como ela mesma conta “Não sou exatamente do tipo esportivo, mais acredito que o exercício seja algo importante, principalmente para uma pessoa que não sai muito”.
A garota só perderia seu nariz de porco quando alguém da mesma classe social que ela se apaixonasse por ela do jeito que ela era. Então vários pretendentes eram entrevistados dos os dias, para ver se aceitavam o tipo físico nada comum de Penélope. Mais sempre q olhavam para seu rosto fugiam como Palmer Metcalf “Eu, hmm... não posso... tenho um compromisso.”
A maldição ta família Wilher foi criada, quando seu tataravô se apaixonou por uma empregada da casa e não pode se casar com ela, pois não era uma nobre dama. Então a mãe da moça a velha bruxa da cidade jogou uma maldição para a família, que caio em cima de Penélope.
O interessante nos encontro que Penelope tinha com os rapazes através do espelho, é que a maioria deles eram pessoas com problemas parecidos com o dela (só q o dela é físico ) e o deles eram psicológicos.
Um garoto minado e sem escrúpulos chamado Edward foi conhecer a jovem Penelope conversaram bastante e quando ela foi se apresentar a ele, a reação foi a já esperada, porem com uma certo exagero da parte do rapaz, que saiu correndo sem assinar o termo de sigilo, por conhecer a moça.
Edward foi ao jornal e acabou conhecendo Lemon, um homem que a 25 anos queria revelar a ta sociedade q Penélope estava viva, mais nunca teve sucesso.
Então Edward junto com Lemon armaram um plano para tem uma prova mais concreta de que Penélope não havia morrido. Contratam Max Campion para tirar uma foto dela sem ela perceber.
Depois de alguns encontros Penélope se revelou para Maxwell, foi a primeira vez q um homem não tinha fugido dela, mais sim ela dele.
Estes encontros com Max, a deixaram com mais vontade de conhecer a cidade em q vivia e com coragem para enfrentar as pessoas da rua. Roubou o cartão de credito de sua mãe e fugiu para a cidade, pelos fundos.
Conheceu lugar que para nós seriam normais mais para ela eram lugares incríveis. Com Annie sua amiga de bar conheceu muitas coisas, e descobriu o que era de verdade ter amigos.
Penélope se tornou uma pessoa famosa e importante na cidade saia em colunas sociais e sempre estava em festas de celebridades. Mais isso ainda não era o que ela realmente queria. Que era perder o nariz que não era seu e ser uma pessoa como outra qualquer e não uma garota-porca.
Ela foi um grande estimulo para Max parar de jogar e refazer a sua vida, talvez seja por isso que ele a amou além do fato de que ela era uma pessoa muito interessante e inteligente.
Casar com alguém que você não gosta só por causa de uma maldição devia ser difícil, por isso que Penélope fugiu do casamento, fez bem, pois o amor que ela precisava já tinha que era o de Max.
Annie diz a Penélope que elas iram em uma festa de dia das bruxas, que são convidadas especiais, onde Penélope reencontra Max e acaba vivendo uma grande história de amor.





Bruna Remedi FurlanRenata Maia Stella MarisVanessa de Gusmão

PESQUISA, CRIAÇÃO E ESTILO: ORGULHO E PRECONCEITO

Orgulho e Preconceito Jane Austen Trata-se da história de uma familia tradicional de classe média da Inglaterra no séc XVIII, que tenta a qualquer custo se inserir na alta sociedade. Como o próprio nome diz, trata-se não só de um romance, mas um estudo sobre o comportameto humano.
Baseada na história da família integrada por Sr. Bennet (Petulante, Sarcástico e Reservado que nem o próprio casamento de 23 anos seria capaz de desvendar seu caráter), Sra. Bennet (Uma mulher fútil, prepotente e desequilibrada emocionalmente, cuja a ocupação de sua vida era casar as filhas e participar de eventos da alta sociedade) e suas 5 filhas, da qual explica a tentativa enorme de participar em eventos sociais e a urgência por casamento, já que 5 filhas diminuem muito o orçamento familiar, sendo elas: Lydia (Teimosa, infantil e rebelde), Kitty (Altamente influenciável e sensível), Mary (Apresenta um talento para a arte ou que tem um nível cultural superior ao restante da família), Elizabeth (Uma garota que pratica exercícios físicos, dona de uma beleza discreta da qual se destaca os grandes olhos pretos, bem humorada, generosa e que ama muito a irmã mais velha Jane) e Jane (Pura, não mal diz das pessoas, doce e tolerante).
É bom ressaltar o comportamento do pai com relação às filhas mais novas, Lydia, Kitty e Mary. Ele as trata com indiferença, preconceito e ironia, Lydia, com sua personalidade forte, trata-o com a “recíproca é verdadeira”, Kitty, tenta a qualquer custo reverter essa situação ao longo do livro e Mary é indiferente aos “achismos” do pai.
De certo, o pai não está errado, pois para aquela época suas filhas agiam muito diferente do que se era esperado do comportamento das mulheres e as noticias corriam rápido pela cidade, o que poderia estragar todo o futuro das filhas e conseqüentemente da família.
Em fim, o canteiro central da história é marcado pelo romance entre Elizabeth e Darcy (Indiferente a tudo e a todos, petulante, antipático e desdenha as pessoas), Jane e Bingley (Bonito, bem-humorado e de certo modo ingênuo).
Essa história de amor começa em um dos bailes que a família Bennet vai para se misturar a alta sociedade, onde o Sr. Bingley é o homenageado.
Sendo assim, sem demora, o Sr e Sra. Bennet apresentam Jane para o Sr. Bingley, imaginando quanto eles não poderiam lucrar com este casamento, de fato o Sr. Bingley e Jane se apaixonam a primeira vista. E de longe Elizabeth foca-se em Darcy, os dois conversam, mas ele a desdenha. Pelo orgulho, Elizabeth toma a conquista dele como missão.
Darcy então, em meio às visitas dele e do Sr. Bingley a casa dos Bennet, conclui que o romance entre Jane e Sr. Bingley, não é verdadeiro, pois a menina se mostrava muito tímida e fechada ao demonstrar seus sentimentos, nada comparado ao que o Sr. Bingley fazia.
E eles se separam, quebrando um possível amor, que sem pensar, Elizabeth conquistou em Darcy.
Mudando o rumo da história, aparece um militar da qual a família conheceu em outro baile, George Wickham (Sedutor, cativa facilmente as pessoas e dissimulado) e ele se interessa a principio por Elizabeth, que encontra nele todas as qualidades que Darcy mostrou não ter.
George foi um dos motivos para Darcy separar o casal, com medo que acontecesse a mesma historia que viveu com Sr. Bingley, que era como um irmão para ele.
George era o irmão de criação de Darcy e seu pai tratava-o melhor do que ele, que era seu verdadeiro filho. George, aparentemente se apaixona pela irmã de Darcy que tinha 15 anos na época, casa-se e em seguida pede dinheiro ao “pai”, pois tinha algumas dívidas para pagar, ele some com esse dinheiro deixando a irmã de Darcy, pois ele era viciado em jogo e só reapareceu depois de anos para pedir mais dinheiro a Darcy (já que seu pai já havia falecido).
E assim a história se repete com o militar, fugindo com irmã de Elizabeth, Lydia, onde Darcy resolveu interceder.
Por amor a Elizabeth, mesmo que separados e sem chances de voltar, Darcy faz com que o Sr. Bingley e Jane reatem o namoro e encontre o casal Lydia e George, que se casam escondidos e vivem um amor verdadeiro ao retornar para casa.
Com essa atitude, Elizabeth que estava sempre em conflito de tomar partido da irmã e ficar com o amor de sua vida, reconsidera tudo o que Darcy causou e vivem uma linda historia de amor.

Grupo:
Katia da Cunha Zancra
Texto por: Letícia Solér Renna
Luciane Biondo
Yasmine

PESQUISA, CRIAÇÃO E ESTILO: LIVRO LARANJA MECÂNICA

O romance Laranja Mecânico foi escrito na década de 60, tendo isso uma visão futurista de uma época próxima. O livro conta sobre o adolescente Alex, que participava de uma gangue, que na sua geração era normal formar grupos de amigos que continha opiniões e gostos parecidos. Sua grupa (gangue) era formado por Pete, Georgie e Tosco, que ganhou este apelido por não pensar em que atitude tomar, mas sim agir somente por instintos.
Gostavam de sair a notchi (noite) para tomar seus molokos (leites) com os velocets (alucinógenas), e depois se divertir indo krastar (roubar), estuprar ou simplesmente dar toltchok (porrada) em alguém. A maior parte da juventude de Alex foi ter essas diversões de vandalismos, mesmo com este lado brutal, ele tinha um amor incondicional pela musica clássica, usa musica predileta era NONA Sinfonia de Ludwing Van Beethoven , pois ele idolatrava-o.
Em uma das suas aventuras eles acabaram encontrando uma casinha no qual estava escrita Lar na frente e para continuar com os seus atos de strak (horror), invadiram a casa. Dentro dela encontraram uma jina (esposa) e um mundji (esposo) que estava escrevendo um livro que tinha o nome de laranja mecânica.
Com uma drata (briga) entre ele e Tosco, a sua grupa (gangue) fica dividida e seu amigo que fico machucado acabou ficando muito bravo. Num kraska (roubo) em uma casa de uma senhora de idade, Alex entra sozinho para imobilizar a babushka (velha) e depois abrir a porta para que seus druguis (amigos) entrem, mas o que ele não esperava é que ela tive-se ligado para os miliquinhas (policiais).
Ao sair da casa correndo para poder fugir Tosco para se vingar da drata (briga) que tiveram o prendeu na porta da casa com uma corrente.
Na casa dos miliquinhas (delegacia) recebeu varias toltchok (porradas) dos rozas (policias)e no fim acabou sendo preso por que a babuska (velha) morreu e se tornou um maltchik (garoto) no meio de vários prestupnik (criminosos).
Já na prisão acabou se tornando cobaia de uma experiência chamada Ludovico.
Nela ele sofreu um tratamento no qual era mantido obrigado a ver imagens violentas e simultaneamente era injetado um liquido no qual fazia sentir dor quando via qualquer coisa relacionada a tal idéia.
No final deste tratamento ele não conseguia pensar em nenhum ato violento sem sentir dor, obrigando a tomar atitudes diferentes do qual gostaria.
Ao sair da prisão como a salvação da população, pois de um maltchik (garoto) violento ele agora era um ser totalmente passivo e que não representava nem um risco para a população, acabou se tornando manchete de jornal.
Alex se tornou o garoto propaganda do governo, mas ele não estava satisfeito, por causa do tratamento não consegui mas escutar sua gloriosas musicas de Ludwing van sem passar mal, pois as imagens que ele tinha visto tinha as musicas de fundo de seu musico favorito.
Desesperado tenta encontrar uma um jeito de se matar, mas encontrou um vekio (velho) que tinha batido, na biblioteca onde estava.Muito bravo este vekio(velho) e seus druguis (amigos) comecaram a toltchok (porrada) nele.
Foi chamado a miliquinha (policias), e um dos rozas (policias) era Tosco seu velho drugui (amigo), ele o levou de lá e depois o abusou sexualmente.
Sem rumo acabou indo para a velha casa no qual tinha o nome na frente de Lar e lá encontrou o maltchik(garoto) escritor que o recebeu e cuidou dele.

ESTUDOS DO CORPO


sábado, 14 de março de 2009

Semana de Moda de Paris

Acima: O inverno de John Galliano tem muitas transparências
Acima:Elie Saab, queridinho de muitas estrelas de Hollywood para vestidos do tapete vermelho, colocou longos clássicos na sua passarela

Acima: Estampa tribal é a moda da Comme des Garçons para o inverno
Jean-Charles Castelbajac trouxe a cultura pop para a passarela de Paris; no vestido acima, ele estampa o rosto do artista Andy Warhol e brinca com a fama dos seus cabelos bagunçados.
Vestido tomara-que-caia de Alexander McQueen em vermelho, preto e branco
A edição de inverno da Semana de Moda de Paris, que terminou nesta quinta (12), teve como um dos grandes destaques o desfile único de Alexander McQueen, que se inspirou no lixo para trazer o luxo à passarela francesa.

MODA DE PORTUGAL: Qual o ponto de partida para o desenvolvimento de uma nova coleção?

Qual o ponto de partida para o desenvolvimento de uma nova colecção?Pode ser uma imagem, um filme, uma expressão, uma coisa que se queira dizer, um direito que se queira defender de alguma maneira, uma homenagem. DINO ALVES
Qual o ponto de partida para o desenvolvimento de uma nova coleção?
A pesquisa. A catapulta para uma nova colecção é sempre algo que na nossa pesquisa nos chamou a atenção. Pode ser qualquer coisa: um livro, uma história, uma exposição. Depois há um encadeamento de ideias. Acho que a forma como um designer olha para o que o rodeia nunca consegue ser separada do design. Eu sou um designer 24 horas por dia, por isso no meu dia-a-dia a informação que vou recolhendo e que me vai interessando vai ficando retira no subconsciente e reflecte-se a nível das proporções, das cores, etc. Depois o que funciona é a nossa intuição, a nossa sensibilidade que foi alimentada por esta informação. No processo de design obviamente que temos um ponto de partida, algo que nos interessa, mas depois há uma pesquisa muito grande. Na triagem dessa pesquisa e no início do desenvolvimento de design propriamente dito, o que funciona é a nossa sensibilidade e a junção de toda a informação que vamos recolhendo. Por isso é que um designer que vive em Londres tem uma estética diferente de um designer que vive em Bombaim. Tem influências diferentes, as cores que usa são diferentes, as proporções são outras. No fundo o processo de design ou o resultado é influenciado por tudo isto. PEDRO NORONHA FEIO.

Semana de Alta-Costura em Paris: 2010

Em janeiro , a temporada de desfiles de alta-costura primavera/verão 2009, onde os destaques da programação são os grandes nomes que marcaram a história da moda: Chanel, Jean-Paul Gaultier, Dior e Lacroix entre outros.


Karl Lagerfeld elegeu o branco para a Chanel. Num desfile de muito branco onde o preto apareceu no final, as modelos levavam arranjos esculturais na cabeça e vestiam peças com inspiração sessentista, em cortes de linha A e geometrias típicas da década.

London Fashion Week - Outono/Inverno 2009

Vivienne Westwood Red Label – A linha mais acessível da estilista, a Red Label, inspira-se nas estudantes malvadas e nas perversas diretoras de colégios, e cria uma coleção de outono 2009 bem comercial. Uma espécie de navy colegial com listras em tons de vermelho ou marrom-avermelhado que são encontradas em blasers, saias, vestidos e capas, além de tricôs bem largos e corpulentos que são combinados com calças cigarretes bem justinhas, criam um grande clima estudantil. Vestidos e shorts de tartãns, é claro, não poderiam faltar na coleção da Dama Vivienne. Vivienne Westwood é fantástica, a coleção está espetacular e não há uma peça que não seja desejada. Já fiquei ansiosa pela semana de Paris…
Peter Jensen – Jensen, um dos jovens criadores promovidos pela grande loja britânica Topshop e cujas coleções correm o mundo, apresentou sua linha feminina para o outono 2009. Com o tema folk, Jensen mistura texturas, como crochês e lãs, blasers de algodão, casacos de lã e o comprimento fica acima dos joelhos. Detalhe para as botas brancas bordadas. Lindíssimas…

Basso and Brooke – Bruno Basso e Christopher Brooke espalharam suas assinaturas sobre vestidos de jérsei de seda ajustados ao corpo, trench coats com ombros bufantes e terninhos de seda com calças skinny. As estampas lembravam fractais de caleidoscópio e os vestidos, muitas vezes, apresentavam laços no pescoço. As cores faziam parte de uma palheta de caleidoscópio, com o dourado, verde aqua, o roxo e laranja.


Nathan Jenden – Jenden apostou em uma atmosfera rockabilly, porém mais suave e romântico. Destaque para as jaquetas com ombros pontiagudos e saias pregueadas, lembrando dobraduras de origâmi. A coleção começou com a cor preta de forma maciça. Aos poucos, foram sendo adicionados branco, cinza e berinjela.

Graeme Black - A coleção de outono 2009 do estilista Graeme Black foi inspirada em uma visita à galeria dos minerais, no The British Museum. O destaque foi o bordado linear de pedras semi-preciosas e metais, criando novos desenhos, texturas e padronagens. A coleção estava super sofisticada com jaquetas curtas e saias tulipa em tweed de seda, casacos de cashmere e muitas peles nos casacos e botinhas. As estampas estavam maravilhosas. Eram como os interiores das cavernas repletas de cristais coloridos, sendo iluminadas pela luz. Uma coleção elegante e original.

Kinder Aggugini - Debutando no London Fashion Week, Kinder Aggugini já vem com uma excelente bagagem nas costas, através de trabalhos com John Galliano, Vivienne Westwood, Calvin Klein, Paul Smith e Versace. Em sua coleção de outono 2009, Aggugini resolveu fazer uma miscelânea das décadas de 20 a 90 e, ao mesmo tempo, combiná-las, criando uma nova silhueta. Ufa… Ele chamou o novo visual de mash up (grande mixórdia). Apesar da conturbada inspiração, a coleção apresentou-se usável, desejável e com poder de venda. O estilista mostrou a combinação do casual com o refinado, o uptown encontra o downtown. A coleção apresentou diversas peças de alfaiataria, casacos de equitação em vermelho, terninhos em veludo cotelê e jaquetas de veludo com um corte militar e tom berinjeta. O vestidos vieram fluidos com estampas florais, listras, poá e borboletas em diversas camadas de chiffon de seda. Fonte: http://www.modalogia.com/

SEMANA DE MILÃO 2010

Dolce & Gabbana - A estilista italiana Elsa Schiaparelli foi a inspiração do inverno Dolce & Gabbana 2009. As referências ao universo de Elsa, famosa por suas criações surrealistas, apareceram nos ombros volumosos cheios de pregas, nas luvas que viraram chapéus e cachecóis e no perfume de anos 30 e 40 que permeou a coleção. E nas peças rosa shocking, como ficou conhecida a cor preferida da estilista. O estilo Dolce & Gabbana, porém, não ficou de lado. Desfilaram na passarela os vestidos de estrutura de corset inspirados na lingerie, outros justos com transparências e rendas, além dos vestidos com crinolinas exageradas. Marylin Monroes também não ficou de fora, estampando saias e peças bem-humoradas, como Elsa Schiaparelli faria.
Versace - Despida de tantos excessos, a Versace apresentou um inverno comedido que aposta nos metalizados em tons de preto, cinza e azul. Muitas calças skinny com bolsos laterais, ótimos casacos-vestidos e trench-coats de ares modernos. Donatella não esqueceu os vestidos fluidos cheios de drapeados, decotes, fendas e recortes, peças-chave do universo Versace, que deixam qualquer mulher sexy. Vermelho, rosa e tons de pele apareceram no final da apresentação

MaxMara - Clássico é a palavra de ordem do inverno MaxMara, que botou na passarela trench-coats de alpaca e cashmere de corte impecável e apresentou uma coleção irretocável, cheia de peças atemporais que devem agradar às mulheres sofisticadas e muito, muito chiques.



Francesco Sconamiglio - Babados e dobraduras descem pelas mangas do inverno de Francesco Sconamiglio enquanto os chapéus nos fazem lembrar os elegantes guardas londrinos. O desfile é de pretos e dourados, de alguns exageros, de saias que parecem apenas um grande laço de origami. Sensual para poucas.


Pollini - O clima eqüestre deu o tom do desfile da Pollini, marca italiana que tem suas origens na produção de calçados. As estampas típicas de lenços, aquelas de arabescos encaracolados, apareceram coloridas e localizadas ou aplicadas em vestidos curtos, foram o ponto alto da coleção. Os ombros volumosos também estavam lá, formando a silhueta do momento.

SEMANA DE MODA DE PARIS INVERNO 2010

Hussein Chalayan - Os desfiles de Hussein Chalayan causam impacto semelhante aos efeitos que os parques de diversão têm sobre as crianças: o queixo cai, a pessoa fica abobalhada, não tem jeito. Dessa vez a surpresa foi justamente a ausência das performances. A sensualidade permeou o desfile, a tecnologia estava nos tecidos de fibras de acetato e as inspirações eram as ruas de Londres. Algumas peças comerciais desfilaram, como já é de praxe, e outras de ar mais futurista tinham bons cortes e formas, mas em se tratando de Chalayan… frustrou.
Emanuel Ungaro - Esteban Cortazar acertou no inverno da Ungaro, numa coleção com o colorido alegre dos anos 80 e misturas de padronagens, marcas registradas da casa. As formas variam desde a fluidez e aos balonês volumosos até os vestidos e tops drapeados que parecem atados ao redor do corpo. Os ombros ganham importância nas jaquetas, os casacos de tricô são irresistíveis. A estampa de pois, outra característica típica da marca, aparece em lenços amarrados no pescoço ou na cintura, e junto com as meias coloridas dão ainda mais descontração ao inverno. Os vestidos de noite ganham volumes e recortes mais arquitetônicos, fechando a coleção: jovem, fresca, adorável.

Jean-Charles de Castelbajac – O estilista, neste outono/inverno 2009/2010, convidou o público a retornar à infância, através da diversão e animação, porém com muita nostalgia, também. A coleção estava repleta de cores, formas e estampas. Destaque para a estampa dos Muppets que fez todo mundo rir e se divertir, assim como a de personalidades famosas, como Andy Warhol, Michael Jackson e Clint Eastwood.


Chanel - O desfile reproduziu a fachada da maison na Rue Cambon, em Paris, transformando a passarela em rua, por onde caminhavam as modelos que saíam pela porta da famosa grife. Karl Lagerfeld, para este outono/inverno 2009/2010, fez uma releitura dos clássicos da marca criados por Coco Chanel. Destaque para os tailleurs em tweed, com aplicação de fios metálicos e pérolas, e com modelagens mais contemporâneas, boleros, saias um pouco acima dos joelhos, calças com cortes retos e os tricôs de mangas volumosas. Babados, rendas, transparências e saias que esvoaçavam pela fuidez do georgette de seda em estampas florais, marcavam o romantismo e o escapismo da coleção para o mundo sofisticado de Coco Chanel. Detalhe: eram lindas as sacolas de couro que imitavam as sacolas de compras da loja da Chanel.





ACIMA Wunderkind- A coleção de Wolfgang Joop veio com uma grande mistura de estampas: listras sobrepostas no xadrez ora preto e branco, ora com tons de azul. Os casacos de algodão pretos agradaram em cheio a platéia. As peças xadrez coloridas podem até ser admiradas por alguns, mas outros podem considerá-las exageradas. Já as peças totalmente pretas tinham um ar elegante e, essas sim prometem vender feito água.





ACIMA John Galliano - Com vestidos folk e jaquetas com a cintura extremamente exageradas, Galliano fechou o último dia das semanas de moda. A passarela foi coberta pelo que parecia flocos de neves artificiais (mas na verdade eram como bolhas de sabão) dando o tom perfeito para o momento. As transparências e os maxi-casacos deram conta das tendências junto com blusas volumosas e muitos acessórios em volta do pescoço. Um desfile memorável!


ACIMA Chloe- A grife Chloe desfilou uma coleção com uma leve referência aos anos oitenta, muito mais tolerável para os que não agüentam nem ouvir falar da década. Calças de cintura alta com cintos finíssimos perderam o ar excessivamente informal que podem ter e ficaram com um ar elegante e sofisticado. Os shorts com o mesmo corte ganharam um charme especial ao serem combinados com maxi-casacos. Também é preciso mencionar as modelos que estavam especialmente belas. Se alguém duvidava que Hannah MacGibbon conseguiria ocupar bem o lugar deixado por Phoebe Philo, o desfile falou por si só.

ACIMA - Hermes- A grife decolou sua coleção quase literalmente na semana de moda de Paris. O desfile começou com jatos de tamanho real rodando na passarela e com som de turbinas e comandantes de vôo. Os modelos entraram com capacetes e jaquetas (charmosíssimas!!) de aviador que ajudaram a completar o que foi um verdadeiro show. A coleção também trouxe muito tricô, couro, dourado e xadrez todos desfilados em peças elegantíssimas.


Alexander McQueen – Quando todos esperavam desfiles seguros nesta semana de moda de Paris, McQueen aparece com o inesperado: uma coleção outono/inverno 2009/2010 intitulada de Horn of Plenty (cornucópia) e dedicada a sua mãe Joyce Barbara McQueen. Nem mesmo uma crise mundial consegue podar a criatividade, a inspiração e a dramaticidade do estilista. Modelos com maquiagem à la Marilyn Manson desfilaram com várias parafernálias nas cabeças e sobre enormes saltos do tipo plataforma. Aliás o vermelho destes sapatos é a cor patenteada do batom do estilista. A coleção apresentou criações com padronagens clássicas como o pied-de-poule e o pied-de-coq. Destaque para uma alfaiataria de corte impecável (como sempre), jaquetas com ombros pontiagudos e mantôs do tipo envelope que circundam o corpo.
http://www.modalogia.com

DICA DE LUIZA: IMAGENS DE MODA

Jo,

vc conhece o site www.kattaca.com. Eh de dois estilista espanhois que produzem editoriais e etc, Carol Gamarra e Mario Ville. Adoro tudo que tem nele.

Da uma olhadinha...bjoos luiza ( TERCEIRO SEMESTRE MANHÃ)

quinta-feira, 12 de março de 2009

EXPOSIÇÃO : UM MUNDO SEM MOLDURAS - ATIVIDADE COMPLEMENTAR

dia 26 de março de 2009
a partir das 17h


LOCAL: MAC
Cidade Universitária: r. da Reitoria, 160, tel. (11) 3091-3039 . Ter. a sex., 10h/18h; sáb. e dom., 10h/16h. http://www.mac.usp.br/ver mapa
UM MUNDO SEM MOLDURAS Molduras são contornos. São estruturas que definem campos e dimensões, tempos e espaços. No mundo contemporâneo, mundo que parece constantemente ecoar o refrão “tudo pode”, a sensação que se tem é a de um crescente esgarçamento dessas linhas limítrofes. No tempo turbilhonado da vida contemporânea, o excesso de estímulos e a oferta de informações são tais que acabamos por nos sentir inundados, alagados ou até mesmo estacionados em um espaço de ansiedade efervescente. Não há tempo a perder. Tudo acontece ao mesmo tempo e agora. Mas será que acontece, mesmo? Será que realmente vivemos as experiências, com o tempo e a densidade minimamente necessários para que essas tomem corpo na realidade, ou será que os acontecimentos da vida tornaram-se apenas projeções, imagens bidimensionais exibidas numa tela de ilusões? Muitos artistas lêem esse panorama, dedicam-se a uma produção localizada nessa zona nebulosa e de intersecção entre sonho e realidade, sanidade e loucura, natureza e artifício, vida e morte, arte e não arte. Sim, pois se a partir da era contemporânea arte e vida estão inexoravelmente misturados, não há como se criar sem levar essa sensação para dentro da arte. Talvez a arte seja um dos únicos jogos possíveis dentro desse campo de instabilidades. A própria natureza da arte, com sua tendência a gerar perguntas e nunca respostas, coloca a criação como uma das possíveis moedas de troca nesse terreno movediço e ainda assim, instigante. A produção apresentada aqui, na coletiva Um Mundo sem Molduras, evoca um jogo de projeções, sonhos e desejos. A exposição apresenta 62 obras, de 25 artistas contemporâneos, entre fotografias, vídeos e instalações e lida com a idéia de um mundo onde transbordam os limites e se insinuam novas configurações. Trata-se de uma potente vertente da arte contemporânea que constrói uma narrativa enviesada, procurando no aspecto onírico e fabulístico da arte um novo tom para recriar e fazer transcender a própria vida. Profa dra. Katia Canton, curadora.

terça-feira, 10 de março de 2009

PESQUISA, CRIAÇÃO E ESTILO: DICA DE CEZAR!!!

Fashionsnap.comとは??
http://www.fashionsnap.com/


para quem gosta de ter esse tipo de fonte de pesquisa em casa como eu !existem revistas de Snap ! e SÃO VENDIDAS EM SÃO PAULO TB !vou citar algumas !são importadas do japão e nãoo são tão caras assim , em media 35 a no máximo 50 reais !são da mesma editora que lançou o livro Fruits em 1996?[???]PS: FRUITS É SOMENTE O NOME DO LIVRO E DA REVISTA e não um nome de um estilo japones como muita gente pensa !enfim. são elas:TUNE : looks Masculinosfruits ( revista e nao o livro) : looks femininos e Street !: looks do dia a dia de londres ! e algumas ediçoes de NY e paris !essas revistas podem ser compradas nas revistarias( japonesas) na liberdade! Cezar

PESQUISA, CRIAÇÃO E ESTILO : DICA DE CEZAR

O "hell looks"! é um site _filandes_ onde a proposta É:LOOKS que vc encontra no dia a dia na filandia,no mais como qualquer outro site de street Snap ! existem especiais ! no qual o fotografo visita uma capital como NY, london .,tokyo etc.[ e comentario que vem anexado na foto. é idade , e seu "estado fashion" do dia ]então aproveitando ! vou passar alguns outros sites de Street snap !LONDON?TOKYO STYLE
http://blog.livedoor.jp/tokiolondon/

http://blog.livedoor.jp/tokiolondon/archives/cat_50014484.html

SNAPAHOLIC-London Street Snaphttp://snapaholic.exblog.jp/
RID STREET SNAPhttp://ridsnap.com/
RAFMELTY SNAP-fashion web magazine- http://snap.rafmelty.com
SCRAPTUREhttp://scrapture.org/
LOOksbook.com ( para menbros)http://lookbook.nu/e tb temos esse tipo de site no brasil, infelizmente não como os de fora !mas tb temos looks do dia a dia, dicas de eventos, baladas hypes etcs/o/brasil looks em :http://www.freakstyle-freakstyle.blogspot.c

Cezar- manhã

PESQUISA, CRIAÇÃO E ESTILO: O GRAFFIT NA CIDADE DE SÃO PAULO

cores, texturas, movimento...jo
é fashion demais...imagine a padronagem acima numa roupa...ou em acessórios!!! jo

eles conersam...eu fiquei curiosa...no barulho da cidade...as criaturas acima concretizam o silêncio. jo
Oi Jô, tudo bom ?Estamos com várias imagens do trabalho de mapeamento da cidade, o qual estamos pesquisando os graffitis. Fizemos um flickr com as fotos que estamos tirando, espero que você goste !! Infelizmente há um limite de fotos/mês, no momento só conseguimos colocar as do Cambuci.http://www.flickr.com/photos/mapeandoograffiti

Beijos Até mais tarde!
Rebeca
Lolitas!! Continua que eu estou adorando...bjos.
Entregar na próxima semana!!! Sucesso. Prof. jo

segunda-feira, 9 de março de 2009

PESQUISA, CRIAÇÃO E ESTILO - 8 DE MARÇO

Acima foto Paul Poiret - libertou as mulheres do espartilho no início do séc. XX
MINISSAIA: Criação da inglesa Mary Quant

A liberdade da roupa dos anos 20...


Yves Saint Laurent (1936-2008) contribuiu de maneira interessante com as mulheres

ANOS 20: Coco Chanel

Dia 8 de março é o Dia Internacional da Mulher, em celebração às diversas conquistas do sexo feminino ao longo da história. A seguir, conheça alguns estilistas que ajudaram a mulher a ser livre na forma de se vestir.Por trás da evolução do vestuário feminino, alguns personagens tiveram extrema importância. Entre eles não estão apenas as feministas da década de 1960, mas alguns estilistas que ajudaram na libertação do corpo feminino. Nesse contexto, como não falar em Paul Poiret (1879-1944), que já no início do século XXI libertou a silhueta feminina do espartilho com vestidos soltos, livrando-as também das cores pálidas e dando vida ao guarda-roupa .Coco Chanel (1883-1971) também é um destes personagens. A estilista francesa foi uma das primeiras mulheres a utilizar roupas masculinas em público. No início da década de 1920 ela lançou calças largas para mulheres, combinou suéteres masculinos sobre saias retas em uma inovadora seqüência de criações práticas, adaptadas às novas necessidades femininas. O francês Yves Saint Laurent (1936-2008) contribuiu de maneira interessante com as mulheres. Na década de 1960, lançou uma coleção que ficaria marcada na história da moda, a “Le Smoking”, que trouxe o terno para as passarelas. Essa peça tradicionalmente masculina recriada por Saint Laurent foi realmente transformadora, já que se antes as mulheres eram proibidas de entrar em hotéis e restaurantes com calças, agora tinham a liberdade para usar o que bem entendessem. O novo traje representava uma nova atitude feminina e marcava a maneira como as mulheres passariam a se vestir dali por diante.Se o terno feminino já gerou polêmica, imagine o transtorno que a minissaia deve ter causado nessa mesma época. Criação da inglesa Mary Quant, a peça era muito coerente ao clima efervescente e contestador das jovens inglesas, que buscavam se diferenciar de suas mães em relação ao estilo. A criação da designer é hoje lembrada como um marco da moda .Núcleo de Pesquisa e Comunicação/UseFashionColaboração: Tiago FioravanteFotos: © Agência Fotosite, Divulgação e Reprodução